6 de julho de 2012
Dependência química é a escravidão do século 21, diz ministra durante evento no Acre
26 de junho de 2012
3 de fevereiro de 2012
Brad Pitt largou maconha para dar foco à carreira
17 de junho de 2011
Plebiscito sobre legalização ou não da maconha
19 de abril de 2011
Quase metade da população brasileira adulta está acima do peso
1 de dezembro de 2010
Expectativa de vida no Brasil passa a 73,2 anos
17 de novembro de 2010
Bebidas energéticas com cafeína propiciam alcoolismo
29 de junho de 2010
Pais têm papel fundamental para evitar o vício alcoólico dos filhos
13 de março de 2010
Geração de crianças pode viver menos que os pais
14 de janeiro de 2010
Pastoral da Criança lamenta morte de Zilda Arns, exemplo de fé na vida
Na ocasião, ela disse que o grande problema era a falta de equipes facilitadoras que pudessem instruir as mães a tomar tais cuidados e que um dos objetivos da Pastoral era preparar líderes comunitários para que, próximos da comunidade, exercessem a função de instruir, proporcionando a redução dos índices. “Não devemos gastar todos os nossos cartuchos em cura e reabilitação. Precisamos trabalhar primeiro na educação e prevenção”, defendeu Zilda.
tem 1.566 líderes voluntários. Criada há 26 anos, a pedido da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a pastoral acompanha no Brasil mais de 1,9 milhões de gestantes e crianças menores seis anos e 1,4 milhão de famílias pobres, em 4.063 municípios. Seus mais de 260 mil voluntários levam fé e vida, em forma de solidariedade e conhecimentos sobre saúde, nutrição, educação e cidadania para as comunidades mais pobres.
Trajetória
Zilda Arns Neumann, 75 anos, era médica pediatra e sanitarista, fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança, fundadora e coordenadora nacional da Pastoral da Pessoa Idosa, organismos de ação social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Também era representante titular da CNBB, do Conselho Nacional de Saúde e membro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES). Nascida em Forquilhinha (SC), residia em Curitiba, capital paranaense. Deixou cinco filhos e dez netos.
O terremoto
3 de outubro de 2009
Gentileza traz felicidade a quem a pratica
30 de junho de 2009
MEC oferece curso gratuito para professores sobre prevenção ao uso de drogas
Professores, coordenadores e gestores de escolas públicas podem participar de um curso a distância sobre prevenção ao uso de drogas. A formação é destinada a educadores que trabalham com estudantes do ensino médio e da 5ª a 8ª séries do ensino fundamental. Serão abertas 25 mil vagas. O curso é gratuito e oferecido pelo Ministério da Educação (MEC) e pela Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas (Senad) em parceria com a Universidade de Brasília (UnB).
Os interessados devem fazer a pré-inscrição até 6 de julho pela internet. Cada escola deve formar um grupo de cinco profissionais que serão responsáveis pelo núcleo de prevenção ao uso de drogas e, ao final do curso, deverão apresentar um projeto para ser aplicado na unidade. As pré-inscrições devem ser feitas individualmente. Para participar, a escola precisa ter turmas das séries que são o foco do programa, além de acesso à internet.
O curso começará em agosto e terá duração de quatro meses, com carga horária de 120 horas. O participante receberá materiais didáticos, incluindo livros e DVDs a serem enviados para a escola em que ele trabalha. Uma equipe de tutores da UNB estará à disposição para tirar dúvidas e ajudar no diagnóstico da situação da escola e na elaboração do projeto final. Ao final do curso e após a elaboração do projeto, os educadores vão receber um certificado de extensão universitária expedido pela instituição.
Se a demanda for maior do que o número de vagas disponíveis, o MEC e a Senad selecionarão os participantes do curso com base em quatro critérios: ordem de inscrição, proporcionalidade por estados e regiões, equilíbrio de vagas para o ensino fundamental e médio e atuação da escola no desenvolvimento de ações de prevenção e promoção da saúde.
10 de junho de 2009
Sono estimula criatividade e ajuda a solucionar problemas
Sono criativo
Está com um problema difícil de solucionar? Está faltando criatividade? Melhor deixar para lá e ir dormir. Segundo um novo estudo, o sono estimula a criatividade e a solução de problemas.
A pesquisa pode ter importantes implicações para entender como o sono, especificamente o sono REM, atua na formação de redes associativas no cérebro.
Sono REM
Sono REM (sigla em inglês para "movimento rápido dos olhos"), também conhecido como sono paradoxal, é a fase caracterizada pela presença de sonhos e maior atividade neuronal do que a fase não-REM.
O estudo feito por Sara Mednick e seus colegas da Universidade da Califórnia
O trabalho será publicado esta semana no site e em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences.
O tempo e o sono como solucionadores de problemas
"Verificamos que, para questões ligadas ao que a pessoa está trabalhando no momento, a passagem do tempo é suficiente para encontrar as soluções. Entretanto, para novos problemas, apenas o sono REM é capaz de aumentar a criatividade", disse Sara.
Segundo ela, aparentemente o sono REM ajuda a chegar a soluções por meio do estímulo de redes associativas, permitindo que o cérebro estabeleça ligações novas e úteis entre ideias não relacionadas. Outro ponto importante é que essa característica não seria por conta de melhorias na memória seletiva.
Para identificar se as melhoras eram devidas ao sono ou simplesmente à redução de interferências - uma vez que experiências durante o período acordado interferem na consolidação da memória -, os pesquisadores compararam períodos de sono com períodos de descanso controlado sem qualquer estímulo verbal.
Formação de redes associativas
Aos participantes do estudo foram apresentados múltiplos grupos de três palavras e eles tiveram que falar uma quarta palavra que poderia ser associada com as demais. Foram feitos testes nas manhãs e no fim do dia, com os voluntários divididos entre três grupos: o primeiro que dormiu à tarde e atingiu o sono REM, outro que dormiu mas não atingiu essa fase e um terceiro que ficou em descanso sem dormir.
Segundo o estudo, o primeiro grupo apresentou um aproveitamento 40% melhor nos testes feitos após o período de sono, enquanto os demais não mostraram resultados diferenciados.
Os pesquisadores sugerem que a formação de redes associativas a partir de informações previamente não relacionadas no cérebro, que levam à solução criativa de problemas, seria facilitada por mudanças nos sistemas neurotransmissores durante a fase de sono REM.