Centros
2 de agosto de 2012
IFS sediará centro de formação de treinadores de cães-guia do Nordeste
Centros
5 de janeiro de 2012
Inscrições para participar de programa da Petrobras já estão abertas
5 de dezembro de 2011
CURSO DE CARPINTEIRO NO IFS - PROGRAMA JOVEM APRENDIZ
Programa
*Fonte: www.ifs.edu.br
17 de outubro de 2011
Brasil quer educação de país desenvolvido em 2022
19 de julho de 2011
IEL LANÇA PROGRAMA DE CADASTRO PARA ESTÁGIOS NO IFS
26 de maio de 2011
Dilma suspende "kit anti-homofobia" para escolas
25 de março de 2011
Plano Nacional de Educação prevê maior investimento
31 de janeiro de 2011
IFS EMPOSSA DE UMA SÓ VEZ MAIS DE 100 SERVIDORES
30 de maio de 2010
OS INSTITUTOS FEDERAIS E O PROJETO NACIONAL
Eliezer Pacheco*
* Secretário de Educação Profissional e Tecnológica /MEC
Leia a íntegra do artigo: http://wiki.sj.cefetsc.edu.br/wiki/images/6/6b/Artigo_Elizier.pdf
7 de março de 2010
Eleições no Instituto Federal de Sergipe
15 de janeiro de 2010
Programa ‘Mais Educação’ vai beneficiar mais de 3 mil alunos em 2010
14 de maio de 2009
Brasil tem mais de um terço dos analfabetos da América Latina
Considerando também o Caribe, Cuba é o país com o menor índice, apenas 0,2% da população
Dados da Campanha Latino-Americana pelo Direito à Educação (Clade) indicam que em todo o mundo vivem 800 milhões de adultos não alfabetizados. Desse total, 35 milhões estão em nações latino-americanas.
O Brasil, país mais populoso da região, também concentra mais de um terço da população analfabeta da América Latina, 14 milhões de pessoas com 15 anos ou mais que não sabem ler e escrever, de acordo com a Pnad 2007, do IBGE.
A Clade é uma rede de organizações da sociedade civil que atua em defesa do direito ao ensino público gratuito e de qualidade.
Segundo o levantamento da Clade, divulgado em 2007, no grupo de países da América Latina e do Caribe, Cuba apresenta a menor taxa de analfabetismo: o problema atinge 0,2% da população. Já na Guatemala, que tem os piores indicadores, o problema afeta quase um terço (30,9%) das pessoas com mais de 15 anos.
Nesse ranking, o Brasil ocupa a 6ª posição, em um total de 19 países. De acordo com a Clade, com um percentual de 11,4% de analfabetos entre a população com mais de 15 anos de idade, a média brasileira fica atrás, por exemplo, dos índices do México (9,1%), Equador (9%), Panamá (8,1%) e Venezuela (7%).
Segundo a Pnad, o índice de analfabetismo entre os brasileiros com mais de 15 anos é de 10%. Para o educador peruano e consultor internacional José Rivero, uma das explicações para a persistência do problema, tanto na América Latina quanto no Brasil, são as grandes desigualdades sociais da região.
“O Brasil é a primeira potência em matéria econômica, mas tem questões de pobreza que são incompatíveis com essa qualidade. Essa bipolaridade tem possibilitado a existência de uma camada muito grande de analfabetos”, analisa.
Confira o ranking do analfabetismo nos países da América Latina e do Caribe:
01. Guatemala: 30,9%
02. Nicarágua: 23,3%
03. Honduras: 20,0%
04. Bolívia: 13,3%
05. Peru: 12,3%
06. Brasil: 11,4%
07. Suriname: 10,4%
08. Paraguai: 9,8%
09. México: 9,1%
10. Equador: 9,0%
11. Panamá: 8,1%
12. Colômbia: 7,2%
13. Venezuela: 7,0%
14. Costa Rica: 5,1%
15. Chile: 4,3%
16. Argentina: 2,8%
17. Aruba: 2,7%
18. Uruguai: 1,9%
19. Cuba: 0,2%
12 de maio de 2009
Estudantes apoiam mudança no currículo do ensino médio
A proposta foi apresentada na semana passada pelo Ministério da Educação (MEC). O projeto chamado de "ensino médio inovador" está em discussão no Conselho Nacional de Educação (CNE), colegiado responsável por elaborar diretrizes curriculares.
Pesquisas mostram que o atual modelo é desinteressante para os jovens, o que aumenta a evasão e diminui o tempo do brasileiro nos bancos escolares.
Além da possibilidade de o aluno escolher as disciplinas que complementam as básicas, está previsto que o atual modelo da grade curricular, dividido em 12 disciplinas tradicionais, seja dividido em eixos mais amplos como linguagens e ciências humanas. Outra mudança é o aumento da carga horária de 2,4 mil para 3 mil horas/ano e a inclusão de atividades práticas para complementar o aprendizado.
Para Rosa Lúcia Nascimento, professora de História de uma escola pública de Brasília, a possibilidade de um currículo flexível, montado a partir das prioridades do aluno é " fantástica".
– O ensino médio hoje ficou inserido como etapa conclusiva do ensino fundamental. Ele se torna desinteressante porque a gente não consegue aproximar os conteúdos da realidade deles – avalia. Mas ela ressalta que é necessário investir na formação continuada dos professores para que o novo modelo dê certo.
Muitos alunos acreditam que o novo modelo pode aumentar o interesse do aluno pela escola. Eles apostam que o novo modelo vai permitir uma formação mais voltada ao mercado de trabalho.
O projeto do MEC sugere ainda que programas de incentivo à leitura estejam previstos na nova organização pedagógica. Outra orientação é valorizar as atividades artísticas e culturais dentro do currículo.
O CNE vai realizar audiências públicas para discutir o novo modelo de ensino médio. O processo deve ser concluído até julho. Depois dessa etapa, o ministério começará as negociações com os estados, já que o ensino médio é responsabilidade das redes estaduais.
*Agência Brasil
27 de abril de 2009
UNIVERSIDADE ABERTA CHEGA A 14 MUNICIPIOS DE SE
Os 14 polos da UAB ofertarão sete cursos na modalidade a distância: Física, Química, Biologia, Matemática, Português, Geografia e História, para seis mil alunos aprovados na edição 2008/2009 do vestibular da Universidade Federal de Sergipe (UFS).
De acordo com o coordenador estadual da UAB, professor Jorge Costa Cruz Júnior, estão sendo investidos recursos na ordem de R$ 3,7 milhões na estruturação dos pólos. O coordenador informou que o Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado da Educação (SEED), em parceria com a Universidade Federal de Sergipe (UFS) e prefeituras municipais, pretende expandir o ensino superior para outras localidades do interior sergipano.
O vestibular da UAB atende a alunos concluintes ou egressos do ensino médio e também garante 50% de suas vagas para professores da rede pública que desejam se graduar em algum dos cursos ofertados. São 50 vagas para cada curso de cada um os pólos. Todos têm o mesmo tempo de duração daqueles oferecidos pela UFS na modalidade presencial. Também é igual o método de inscrição no processo seletivo e a forma de certificação dos alunos, completou o professor Jorge Costa.
Os governos federal e estadual investem na estruturação da UAB prevendo a interiorização do ensino superior nas diversas regiões do estado, ressaltou o coordenador da UAB. Ele destacou que a intenção dos parceiros é levar um ensino superior, mas com qualidade.
Interiorização
A instalação das UABs no interior do estado tem mudado o cotidiano da população estudantil. Os nossos alunos saíam daqui para estudar em Penedo (AL). Naquele município a faculdade não é gratuita, e muitos deles não tinham condições de concluir. Hoje eles permanecem aqui na cidade por conta das novas oportunidades. Também recebemos jovens dos municípios circunvizinhos, a exemplo de Itabi, Gararu e até de Alagoas, disse a secretária da Educação de Porto da Folha, Maria José Aragão.
O prefeito de Porto da Folha, Manoel Gomes de Freitas (Manoel de Rosinha), acredita no desenvolvimento do município com a instalação de um pólo da UAB. Essa parceria entre os governos trouxe para o semi-árido sergipano, uma região extramente carente, a oferta de um curso superior para os nossos jovens. É muito gratificante. Só temos que agradecer, disse o prefeito. Em Porto da Folha fazem parte da UAB 500 alunos.
19 de março de 2009
Pesquisa: como o brasileiro avalia a Educação
Apenas 9% dos brasileiros consideram a baixa qualidade do ensino e o fato de os alunos não estarem aprendendo como os principais problemas da Educação no País. É o que revela a pesquisa sobre a Educação Básica Pública no Brasil, realizada pelo Ibope Inteligência para a CNI - Confederação Nacional da Indústria, em parceria com o movimento Todos Pela Educação. De acordo com os dados, os baixos índices de aprendizagem são apontados como o sexto principal problema da Educação no País.
Para os entrevistados, o principal problema da Educação é termos professores desmotivados / mal pagos, que aparece em primeiro lugar, na opinião de 19% dos entrevistados. Logo em seguida está a falta de segurança / drogas nas escolas, que é apontado por 17%. Para 15%, o maior problema é a falta de escolas; para 12% o número de professores é insuficiente; e 11% acreditam que os docentes estão desqualificados / despreparados. Outro ponto de destaque no levantamento é que 0% dos entrevistados considera a falta de participação dos pais como principal problema da Educação.
Na avaliação do presidente executivo do Todos Pela Educação, Mozart Neves Ramos, questões emergenciais como a violência, a falta de vagas ainda são mais perceptíveis, do que as estruturais, como o aprendizado. Segundo ele, essa percepção ainda é um reflexo da baixa escolaridade no Brasil, “acredito que essa demanda deve aumentar no futuro, sobretudo porque o grau de escolaridade está crescendo e, com isso, as futuras gerações serão mais críticas e sensíveis à questão da qualidade do ensino”.
A oficial de Educação do Unicef no Brasil, Maria de Salete Silva acredita que, apesar de a questão da aprendizagem aparecer em apenas sexto lugar, os cinco primeiros problemas apontados na pesquisa estão relacionados à qualidade da Educação, com exceção da violência. “Os resultados demonstram, sobretudo, que a sociedade está sensível à questão da desvalorização dos professores, de certa forma a população está olhando para o ator fundamental: o professor”, explica.
Questionados sobre a evolução da qualidade da Educação Básica, 60% dos entrevistados afirmam que ela está melhorando, 13% considera o ritmo da melhora acelerado e para 47% os avanços ocorrem lentamente. Ainda segundo a pesquisa, 41% da população classifica a Educação Básica pública como ótima ou boa. Na região Sudeste, a mais critica do País, esse percentual é de 32%, no Norte / Centro-Oeste 40%, no Nordeste 46% e no Sul a avaliação positiva chega a 54%.
No interior, a percepção sobre a Educação é mais positiva do que nas capitais e periferias. Quase 50% dos entrevistados do interior avaliam o ensino como ótimo ou bom, na periferia esse percentual cai para 31% e chega a 27% nas capitais. Quanto maior o município, mais a população é crítica em relação à qualidade do ensino.
Nas cidades de até 20 mil habitantes, 56% avaliam a Educação Básica como ótima ou boa; para aquelas cuja população está entre 20 mil e 100 mil o percentual cai para 44%; e naquelas com mais de 100 mil habitantes a avaliação positiva chega a 33%. De acordo com Maria de Salete, essa diferença de avaliação talvez ocorra porque no meio urbano há uma melhor compreensão do que é considerado qualidade. “Isso pode estar relacionado ao fato de nas zonas urbanas haver um repertório maior de comparação, devido ao acesso à informações e à maior facilidade em dar continuidade aos estudos” afirma consultora do Unicef.
Os números indicam, também, que quanto menor a renda familiar do entrevistado, melhor é a avaliação dele sobre a Educação: 55% das pessoas com renda familiar de até um salário mínimo consideram a Educação ótima ou boa. Para aqueles com renda entre um e dois salários mínimos, esse percentual é de 46%; entre os de mais de dois e até cinco salários, 34%. Entre a população com renda familiar superior a dez salários, a satisfação cai para 17%.
A pesquisa foi realizada entre os dias 05 e 08 de dezembro de 2008 e ouviu 2002 eleitores com 16 anos ou mais em 141 municípios brasileiros. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Quase metade dos brasileiros não está satisfeita com sua escolaridade
A pesquisa também revela que quase a metade dos brasileiros, 45%, está insatisfeita com seu nível de escolaridade. O que pode indicar uma grande demanda potencial por mais oportunidades de Educação. Vale destacar que 56% das pessoas que concluíram até a 4ª série do Ensino Fundamental estão insatisfeitas com a sua escolarização e entre os que concluíram esta etapa de ensino o percentual é de 52%. Já entre aqueles que concluíram o Ensino Médio a insatisfação é de 41%.
Sobre a atuação no mercado de trabalho, 35% dos entrevistados afirmam estar insatisfeitos em relação à sua qualificação para atuação em sua área profissional. Para aquelas pessoas com escolaridade até a 4ª do Ensino Fundamental esse percentual chega a 40%.
Além disso, cerca de 1/3 dos brasileiros com escolaridade até a 4ª série do Ensino Fundamental não exclui a possibilidade de voltar a estudar nos próximos dois anos. Entre aqueles que concluíram o Ensino Fundamental esse percentual é de 55% e entre aqueles com Ensino Médio esse número é de 78%. E dentre os que excluem a possibilidade de estudar novamente, 29% aponta a falta de tempo como o principal argumento para não voltar às salas de aula e 12% acredita não ter recursos suficientes para voltar a estudar.
Para a diretora executiva do Instituto Paulo Montenegro, Ana Lúcia Lima, “a pesquisa demonstra que quase a metade dos brasileiros tem consciência das limitações impostas por uma escolaridade insuficiente e há uma grande disposição para voltar a estudar”. Ela acredita que criar oportunidades efetivas para que isto aconteça é um desafio que deve ser assumido por toda a sociedade.



