O pró-reitor e o diretor de Extensão do Instituto Federal de Sergipe, respectivamente, Marcos Antônio Góes e Otacílio Cerqueira, além da coordenadora local do projeto Mulheres Mil, Nara Vieira de Souza, estiveram em Brasília, semana passada, participando da Oficina de Compartilhamento de Experiências e Sistematização da Metodologia Brasileira de Acesso e Permanência, uma das várias ações promovida pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação para garantir a institucionalização e a ampliação do projeto.
O evento reuniu os 13 gestores do Programa Mulheres Mil para compartilhar as experiências desenvolvidas no processo de implantação da ação nos estados. Um dos objetivos do encontro foi proporcionar, a partir da troca de experiências, a sistematização do método de acesso, permanência e êxito, desenvolvido pelo Brasil em parceria com o Canadá. No último dia da reunião, os gestores elaboraram um documento base que vai orientar a implantação dos projetos nos demais institutos federais.
O PROGRAMADe 2008, quando começou a oferta das qualificações, até hoje, o projeto qualificou mais de 700 mulheres e está contribuindo para a inserção das alunas no mundo do trabalho, por meio de empregos formais, organização de empreendimentos individuais e criação de cooperativas.
Em Sergipe, a primeira turma do projeto, denominada “Do Lixo à Cidadania”, qualificou cerca de 40 mulheres do bairro Santa Maria, ex-catadoras de lixo, na faixa etária dos 18 aos 52 anos. A segunda turma do projeto, agora chamado “Pescando Cidadania e Arte”, teve início dia 12 de agosto, e está capacitando 44 pescadoras do Povoado Taiçoca de Fora, em Nossa Senhora do Socorro, Grande Aracaju.
Coordenado pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação, em parceria com a Associação dos Colleges Canadenses, a meta do projeto piloto era beneficiar 1 mil mulheres das regiões Norte e Nordeste.
* Fonte: Informações da Setec/Mulheres Mil
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