quarta-feira, 24 de abril de 2013


'Não quero continuar sendo escravo da 



droga', diz Casagrande


Na semana passada, o ex-jogador lançou um livro contando a sua história.

A semana foi marcada por um ilustre e querido personagem: Walter Casagrande Júnior, também conhecido como Casão,  ex-jogador  e comentarista de futebol da Rede Globo.
Na última terça-feira (9), Casagrande lançou um livro contando a sua história. Uma história muito dura mas com final feliz.
Num depoimento honesto e revelador, Casagrande conta ao Fantástico como desceu até o fundo do poço das drogas.  E como foi que voltou, para contar essa história.
“O túnel do dependente químico é longo, muito longo e escuro. Mas tem uma luz lá no fundo do túnel, lá tem uma luz. É que você não vê, você não consegue enxergar a luz, porque você está tão envolvido com a droga e você precisa de uma chacoalhada pra acreditar que tem uma luz, aí você começa a ver e você vai ao encontro dela. Por que que eu ia guardar esse segredo pra mim, meu?
O relato é de um homem famoso que usou drogas e preferiu não se calar. Nessa entrevista ao Fantástico, Casagrande respondeu a todas às perguntas.
“Por eu ter sido atleta e de ponta, treinava muito, ter uma resistência física muito boa, era difícil me dar pane, era difícil alguma droga me tirar do controle, do uso, do efeito dela. Eu sempre achava que eu podia um pouquinho mais. Medicamentos com álcool, junto com cocaína, junto com droga injetável, fazia essas misturas constantemente”.
Walter Casagrande Júnior completa 50 anos amanhã e tem muito pra contar. O comentarista de futebol se expôs publicamente, na biografia lançada esta semana: "Casagrande e seus demônios".

"Eu tinha visões horríveis, tudo parecia muito real, via demônios pelo apartamento inteiro. Eram maiores do que eu, com dois ou três metros de altura. Isso durou um mês, sei lá, um mês e meio,
eu entrei em surto psicótico pelo uso exagerado de drogas e privação de sono".
“Eram sensações mesmo, sensações, ver vultos ou olhar pro sofá da sala e ver o sofá num formato que tinha que ter um formato ali, alguma coisa tava sentado ali, sabe. A parte que você senta afundada, marcas no braço do sofá”.
O livro fala das overdoses de Casão, como ele é conhecido. Em uma das vezes que passou mal, um dos três filhos estava em casa. Os dois se preparavam pra jantar fora, quando Casagrande usou cocaína e heroína.
“Eu ia usar e eu não ia poder sair com ele, não ia dá pra sair com ele, foi droga injetável, não ia dá, ele ia sair do banheiro e eu ia ta completamente transtornado, ia falar pra ele: ‘mano, não vou jantar mais’”.
"Botei tudo de uma vez, rapidamente, pois o Leonardo estava em casa e podia aparecer a qualquer momento. Houve uma explosão no meu peito. Explodiu mesmo: buumm. Saí cerca de um metro do solo , bati contra a parede e caí no chão"
“Uma das piores situações que eu passei do envolvimento meu com a droga foi desse dia”, conta Casagrande.
Um acidente de carro no dia 22 de setembro de 2007, um sábado, obrigou Casagrande a parar com as drogas.
“Eu adormeci numa descida e o meu pé caiu do acelerador, eu acelerei, capotei com o carro, quando eu acordei eu estava no Hospital Einstein, a primeira vez, quando eu acordei a segunda vez eu tava internado na clinica. Foi a virada aí da historia. E qual é a conclusão que eu chego disso daí? Era o seguinte: aquele sábado era o limite. Alguma coisa tinha que acontecer”, conta. 
A internação numa clínica de recuperação para dependentes químicos aconteceu sem que ele soubesse. A autorização foi assinada pelo filho mais velho dele, seguindo o aconselhamento dos médicos.
“Foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida e o melhor que poderia ter acontecido naquele momento”, admite.
Repórter: Você tentou até que meio um jeito de sair de lá.
“É, não foi acreditar, foi não aceitar. Eu não aceitava estar lá, não aceitava que eu era doente, meu pensamento era ainda aquele de um dependente químico em atividade - ah, amanhã eu paro, eu paro quando eu quiser, não preciso estar internado aqui, se eu não quiser usar amanhã eu não uso - que é uma bobagem, mentira, você está dominado pela droga, é tudo justificativa de um dependente químico”, diz.
"De fato, eu entrei no tratamento, fiz tudo direitinho, comecei a acreditar nos psicólogos e naquilo que eles falavam pra mim", diz um trecho do livro.
Ele teve de esperar oito meses pra receber a primeira visita da família - os três filhos.
“Foi engraçado ver o jeitão deles assim, são três caras, um mais fechadão, um pouco mais agressivo comigo, o outro bem paizão. Filho, mas com comportamento de paizão, compreensivo  e tal. Foi legal”, diz.
Depois de um ano, Casão voltou à vida do lado de fora da clínica.
“O meu suporte atrás foi o trabalho, eu não tenho dúvida disso. A família ajudou? Ajudou! Tive o apoio dos lados da família. Quando eu caia para um lado tinha os meus pais, quando eu caía pro outro lado, tinha os meus filhos, os amigos, mas as minhas costas tava apoiada na TV Globo”, afirma.
O livro também relembra os bons momentos do ex-atacante, que já jogou no São Paulo, no Flamengo, em times da Europa. A estreia como profissional no Corinthians em 82 foi um sucesso. Ele fez quatro, dos cinco gols do time.
  
“Tudo que eu fiz naquele jogo, deu certo. Tudo, sabe, tudo. Era uma coisa tão absurda que chegou uma hora no segundo tempo, eu já tinha feito os 4 gols eu olhava para o time do Corinthians assim, eu comecei a ficar constrangido”, lembra.
No futebol, Casão encontrou um grande companheiro: o doutor Sócrates. "Sem dúvida foi meu maior parceiro no futebol. Quando eu era juvenil no Corinthians, eu o tinha como ídolo e costumava ficar ao lado do campo para vê-lo nos treinamentos do time profissional", lembra em outro trecho do livro.
“Nós tínhamos mesmo um complemento muito forte, o meu jeito de jogar, o meu modo de pensar, futebolisticamente falando, completava o modo dele e era um gênio do futebol, um cara genial que fazia coisas fantásticas que você menos esperava”, afirma Casagrande.
O amigo Sócrates morreu em dezembro de 2011. O álcool levou o ex-jogador à morte. Casagrande conseguiu se despedir dele do jeito que queria.
“Eu tive a intuição e veio a vontade de olhar pros olhos dele e dizer: ‘Magrão, eu te amo cara. Você foi um dos caras mais fantásticos que eu conheci’. E saber isso aí me alivia. Não é uma coisa que é simples de falar, não é uma coisa que é simples de ouvir, não é uma coisa que é simples de lembrar, porque eu gostaria muito de lembrar disso que eu estou te falando e sair daqui e tomar uma cerveja com o Magrão e dizer assim: o Magrão, eu te amo ainda, entendeu. E eu não posso mais”.
Hoje Casagrande conta com a ajuda de três psicólogas e uma psiquiatra.
“Minha vida mudou muito. E não é que ela mudou por obrigação; mudou porque ela mudou mesmo, no jeito. Hoje eu vivo bem sozinho, entendeu? Antes eu não suportava o meu jeito, então eu saia muito, eu tava muito na rua, eu tava, eu usava ate droga para dar uma congelada no emocional mesmo, conseguir me suportar e tal”.

Eu quero viver como eu vivo hoje. Eu só não quero continuar sendo escravo da droga.

Fantástico: Você não leu o seu livro ainda?
Casagrande: Não, ainda não li. 
Fantástico: Por quê?
Casagrande: Não li porque não me dá coragem ainda de algumas histórias. Eu quero pegar e ler, do início ao fim. Eu não quero pegar os capítulos. Eu podia muito bem ler os capítulos leves, ouvir as brincadeiras que eu fazia com os meus amigos na minha adolescência, ver as brincadeiras que eu fazia com o Paulo Roberto que jogava comigo no Corinthians, Paulo Roberto jogava no Grêmio, enfim, eu podia fazer isso, mas é, eu estou curioso também pra ver, para ler as partes ruins da minha vida. Eu ainda não tenho coragem.

segunda-feira, 11 de março de 2013

IFS desenvolve ação de prevenção ao uso de drogas promovida pela Diae

IFS/Campus Glória recebe ação de prevenção ao uso de drogas promovida pela DiaePDFImprimirE-mail
Seg, 11 de Março de 2013 08:19
Untitled-2Nos dias 11, 19 e 26 de março, a comunidade do Instituto Federal de Sergipe (IFS) – Campus Glória recebe uma ação de prevenção ao uso de drogas. A iniciativa, promovida pela Diretoria de Assistência Estudantil (Diae), é direcionada especialmente aos estudantes de nível médio que fazem parte do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) do campus.
A ideia é fornecer a eles um conhecimento sistematizado sobre os tipos de drogas e os males que elas causam, bem como fornecer subsídios que auxiliem a formação de uma consciência crítica sobre o uso de drogas e suas consequências. A atividade integra o projeto elaborado por profissionais da DIAE e é requisito de avaliação do Curso de Prevenção ao uso de drogas para educadores de Escolas Públicas, patrocinado pela Universidade Brasília (UNB).

A importância dada pelo IFS a esse tema deve-se ao fato de que a escola é o espaço ideal para o trabalho de prevenção ao uso de droga, pois nesse local é possível favorecer a construção de projetos de vida e criar condições para que a escola se torne um ambiente de participação, realização e criação, e não de fracasso ou exclusão.

Com a realização dessa ação, a Diae pretende disponibilizar informações sobre os principais tipos de drogas e seus riscos; mostrar aos jovens que existem prazeres saudáveis e que eles estão ao alcance de todos, em alternativa ao consumo de substâncias que levam à dependência. Além disso, busca-se oportunizar o debate e a reflexão em torno dos fatores sociais, familiares e econômicos que influenciam no uso abusivo de drogas.

Confira cronograma completo:

tabela

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

PESQUISAS CIENTÍFICAS SOBRE O ALOE VERA

Pesquisas científicas sobre o Aloe Vera
Conhecida por herbalistas e médicos folcloristas durante séculos como a “planta médica” ou “médico em conserva”, este cacto de folhas verdes em forma de lança, que contém um gel claro e viscoso, foi trazida da África para as Américas no século XVI.
Sem dúvida muito antes, deste fato, acontecer, o Aloe, cujo nome significa “substância brilhante e amarga”, já era bastante conhecido como uma planta com poderes curativos fantásticos. Os antigos egípcios se referiam ao Aloe como “a planta da imortalidade” e a incluíam entre os presentes enterrados junto com os faraós.
Em décadas recentes, a investigação médica já confirmou e propagou muitas propriedades curativas desta substância brilhante e amarga (usada de maneira tópica, consumida como líquido ou tomada em cápsulas) que é o coração do Aloe. Aqui mostraremos um breve resumo de seus méritos.
 
AJUDA A CURAR FERIDAS
A maior parte da folha do Aloe está cheia de gel, 96% de água e 4% onde contém 76 substâncias conhecidas. Quando aplicado nas feridas, o gel de Aloe atua como um anestésico suave, cura o edema e a dor; também se usa como substância bactericida e fungicida. Além disso, aumenta o fluxo de sangue até a área da ferida, estimulando os fibroblastos, que são as células responsáveis por curar as lesões cutâneas.
Um estudo realizado em animais, publicado no Jornal da Associação Médica de Pediatria Americana, descobriu que as fórmulas de Aloe tomadas, oral ou tópicamente aceleram a cura de feridas. Aos animais se administrou Aloe tanto em água, por dois meses (100mg/kg de peso corporal), como em 25% de creme de Aloe aplicado diretamente nas feridas, por 6 dias. Os efeitos foram positivos nos dois casos: o tamanho das feridas diminuiu 62% nos animais que tomaram por via oral, comparando com uma diminuição de 51% no grupo de controle. O Aloe tópico produziu uma diminuição de 51% no tamanho da ferida, comparando com 33% do grupo de controle.
 
AJUDA NA RECUPERAÇÃO DO PÓS-OPERATÓRIO
O Aloe diminui o tempo de recuperação pós-operatório, segundo o Jornal de Dermatologia Cirúrgica e Oncologia. Dezoito pacientes que sofriam de acne submeteram-se a uma cirurgia de dermoabrasão facial, na qual as lesões foram retiradas. Após a cirurgia, foi aplicado na metade do rosto de cada um dos pacientes, uma gaze com gel cirúrgico, e na outra metade se colocou o mesmo gel misturado com Aloe. A metade do rosto tratado com Aloe, sarou 72 horas mais rápido do que a outra.
O dermatologista James Fulton, de Newport Beach, Califórnia, autor principal da experiência usa muito o Aloe tópico em seu consultório para tratar feridas em geral. “Qualquer ferida que tratamos, seja um câncer de pele ou um corte a suturar, sara melhor e mais rápido quando colocamos Aloe”.
 
ALIVIA QUEIMADURAS
Em uma experiência relatada no Jornal da Associação Médica da Tailândia, 27 pacientes com queimaduras moderadas foram tratados com uma gaze com gel de Aloe ou Vaselina ( gel do petróleo). As queimaduras do grupo com gel de Aloe sararam em 12 dias, enquanto com a Vaselina demoraram 18 dias para se curarem.
 
MINIMIZA O DANO POR CONGELAMENTO
Um estudo publicado nos Anais da Medicina de Urgência estabeleceu que o Aloe funciona também em congelamento. Os cientistas administraram tratamentos padrões para congelamento (antibióticos, ibuprofen) a 154 pacientes com lesões leves e severas. Nos pacientes que receberam creme de Aloe 67.9% sararam sem sofrer perda de tecido (amputação), comparado com 32.7% do grupo de controle. A conclusão que se chegou foi que o Aloe evita a diminuição do fluxo de sangue no local, principal causa de perda de tecido por congelamento.
 
EVITA DANOS POR RADIAÇÃO
O Aloe protege a pele contra os danos provocados por raios X, segundo uma publicação no Jornal Yakugaku Zasshi, por parte de cientistas da Universidade Hoshi do Japão. Eles descobriram que o Aloe é um antioxidante eficiente que elimina os radicais livres provocados pela radiação e que também protege das substâncias curativas do corpo.
 
CURA LESÕES PROVOCADAS PELA PSORÍASIS
Em um estudo controlado por placebo, publicado na revista Medicina Tropical e Saúde Internacional, 60 pacientes com psoríase crônica receberam um extrato de 0.5% de Aloe misturado em um creme de óleo mineral. Foi-lhes aplicado 3 vezes ao dia, por cinco dias consecutivos (15 aplicações por semana no total), durante 4 semanas. Quando se examinou os paciente, após 8 meses, a cura era muito maior no grupo do Aloe (82.8%) do que no grupo do placebo (7.7%). Além disso, 83.3% do grupo do Aloe se considerava curado, comparado com somente 6.6% do outro grupo.
 
ALIVIA OS PROBLEMAS INTESTINAIS
O suco do Aloe Vera pode ser efetivo ao tratar as enfermidades inflamatórias do intestino, segundo um estudo do Jornal de Medicina Alternativa. Foram dados 60mg de suco de Aloe a 10 pacientes, três vezes ao dia durante 7 dias. Depois de uma semana todos os pacientes estavam curados de diarréia, e quatro haviam melhorado a digestão, além dos três que tiveram um aumento de energia. Os pesquisadores concluíram que o Aloe balanceava os intestinos e regulava o pH gastrintestinal, melhorando a mobilidade gastrintestinal, além de incrementar a gravidade específica de decomposição e reduzir a probabilidade de certos microorganismos fecais como a levedura. Outros estudos demonstraram que o suco de Aloe desintoxica os intestinos, neutraliza a acidez estomacal, alivia as úlceras gástricas e a constipação.
 
REDUZ O AÇÚCAR DO SANGUE DE PACIENTES DIABÉTICO
O Aloe reduz os níveis de açúcar do sangue dos diabéticos, segundo a revista Investigações de Hormônios. A cinco pacientes com diabetes adulta (quer dizer, que não dependem de insulina) foi dada ½ colher de chá de extrato de Aloe, diariamente, por 14 semanas. Os níveis de açúcar do sangue se reduziram em todos os pacientes em média em 45%, sem sofrer mudanças em seu peso total.
REDUZ O EDEMA PROVOCADO POR ARTRITE
O Aloe pode ajudar a evitar a artrite e a reduzir a inflamação nas articulações que já estejam afetadas por esta doença, segundo o Jornal da Associação Pediátrica Americana. O Aloe também pode inibir a reação auto-imunológica associada a certas formas de artrite, nas quais o corpo ataca seus próprios tecidos..Foi injetado em alguns animais, uma bactéria que provoca os sintomas da artrite, como por exemplo, inflamação e edema. Para determinar se o Aloe podia prevenir a artrite, foi-lhes injetado esta substância (150mg/kg de peso corporal) debaixo da pele, durante 13 dias. Foram tomadas medidas diárias para determinar os níveis de edema e inflamação.Vários compostos do Aloe mostraram atividade antiartrítica, segundo os pesquisadores. Um ácido orgânico que o Aloe contém reduz a inflamação em 79,7% e acaba com a resposta auto-imunológica em 42,4%. Outro composto do Aloe, a antraquinona, reduz a inflamação em 67,3% , mas sem efeito sobre a resposta auto-imunológica.
 
REDUZ A INFECÇÃO PELO HIV
Um extrato de mamose, um dos açúcares que compõem o Aloe, pode inibir o vírus HIV-1 (vírus associado ao Aids) . Isto foi comprovado num estudo realizado em 1991 em Bioterapia Molecular , com células com HIV-1 quando tratados in vitro, quer dizer, fora do corpo, com um extrato de mamose. O Aloe também reduziu a reprodução do vírus em até 30%, assim como a carga viral (quantidade de vírus) e suprimiu a expansão do vírus para outras células, além de diminuir a probabilidade de sobrevida das células infectadas.
 
PROPORCIONA APOIO NUTRICIONAL PARA PACIENTES COM HIV
Comprovou-se que o suco do Aloe é parte importante no programa de apoio nutricional para pacientes com HIV-1, segundo o Jornal de Avanços na Medicina. Durante quatro meses, 29 pacientes tomaram suco 100% puro de Aloe (140mg quatro vezes ao dia) junto com um complemento essencial de ácidos grassos e outros complementos com vitaminas, minerais e aminoácidos. Não foi dito a nenhum paciente que outro ingrediente havia sido incluído à sua dieta. Depois de 90 dias, todos os pacientes tinham menos casos de infecções oportunistas, cansaço e diarréia, assim como um aumento de glóbulos brancos (quer dizer, que o sistema imunológico respondeu de maneira positiva). A avaliação geral da qualidade de saúde também melhorou, já que em 25% dos pacientes, aparentemente o Aloe também tirou a capacidade do vírus de se reproduzir. Os pesquisadores descobriram que o Aloe estimula o sistema imunológico do corpo, em particular as células de ajuda T4, os glóbulos brancos que ativam a resposta imunológica contra infecções.
 
ESTIMULA A RESPOSTA IMUNOLÓGICA CONTRA O CÂNCER
É possível que o Aloe ajude a prolongar o tempo de sobrevivência e estimule o sistema imunológico dos pacientes de câncer, segundo um estudo recente. Num estudo realizado em 1994, em um jornal japonês de medicina, Yakhak Hoeji, o Aloe foi administrado via oral a camundongos com tumores cancerosos durante 14 dias. Embora o Aloe não tenha evitado o crescimento dos tumores, o tempo de vida dos camundongos, que receberam 50mg de Aloe por quilo de peso corporal, se prolongou em 22% e nos que receberam 100mg/kg de peso corporal diariamente se prolongou 32%. Um teste simultâneo com células humanas cancerosas (fora do corpo) descobriu que doses altas de Aloe Vera, retarda significativamente o crescimento dessas células. Os pesquisadores que escrevem a revista Imunologia e Imunoterapia Contra o Câncer descobriram que um composto de Aloe (lectina) ativava o sistema imunológico para atacar o câncer quando injetado diretamente nos tumores. As células assassinas T, os glóbulos brancos do sangue que se juntam e destróem as células, começaram a atacar as células dos tumores onde havia sido injetado a Lectina. O Aloe ativa as defesas imunológicas ativando as macrófogas (células brancas que “comem” os antígenos), como por exemplo, o interferon, a interluquina e o fator de necrose do tumor. Além disso, o Aloe promove o crescimento de células normais, quer dizer, não cancerosas.
 
PROTEGE CONTRA O CÂNCER DE PULMÃO
A proteção do Aloe foi efetivamente confirmada num estudo com 673 pacientes com câncer de pulmão(Okinawa, Japão), publicado no Jornal Japonês de Investigação sobre o Câncer, no qual observou-se a relação que existe em fumar, quantidades comparativas de 17 alimentos vegetais na dieta e a reincidência do câncer de pulmão em um período de 5 anos.“O Aloe foi o único alimento que proporcionou proteção contra o câncer”. “Os resultados da epidemiologia vegetal sugeriram que o Aloe previne carcinogénesis pulmonar humana (câncer de pulmão)”, segundo os investigadores. Além disso, o Aloe “previne ou acaba de maneira geral com o câncer humano”.
Artigo Publicado na Revista “Alternative Medicine”, USA.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Divagações sobre a Cosa Nostra em Sergipe?


Divagações sobre a Cosa Nostra
Respeito aos poderes constituídos em Sergipe

Ontem o titular do blog* conversou por muito tempo com um grande magistrado de Sergipe, hoje aposentado. Com a sapiência de quem viveu muito tempo no Judiciário e de amizade com políticos e autoridades, o magistrado aposentado lembrou que nunca em Sergipe a disputa política foi tão antecipada, no caso a eleição de 2014 e com um grupo tentando passar por cima de tudo, não só das leis, mas do respeito aos poderes constituídos e ultrapassando o muro que sempre foi respeitado de não atingir o caráter e a honra das autoridades e seus familiares.
O magistrado aposentado revelou que está escrevendo suas memórias e nos últimos anos se assustou com uma figura que apareceu na política de Sergipe. Lembra-lhe o personagem de sucesso do ator Marlon Brandão, em “O Poderoso Chefão”, o mafioso Don Vito Corleone, de voz serena, rouca e mansa que comandava a “Cosa Nostra”.
Para o magistrado a voz mansa e serena representa hoje tudo que há de errado na política de Sergipe. “Alguém que não vota para legislar mudanças, mas para ganhar dinheiro. Alguém que não concorre, não pensa em fazer a diferença, mas para dar ordens e ser o todo poderoso Corleone sergipano”.
As divagações do magistrado aposentado sobre a política de Sergipe acabou com a lembrança que Don Vito Corleone tinha vários filhos, todos com nomes italianos, mas apenas um deles, Michael, teve o nome norte-americano porque o pai desejava que ele ingressasse na política. Queria eleger o filho para ampliar os tentáculos da rede de corrupção da máfia nos Estados Unidos. Mas não conseguiu.
Ainda bem que a última lembrança do magistrado aposentado não tem semelhança com o nosso Estado: não há máfia e muito menos Cosa Nostra e rede de corrupção em Sergipe.
 *Fonte: http://www.infonet.com.br/claudionunes/ler.asp?id=136798

terça-feira, 30 de outubro de 2012

PT E PSB têm mais prefeituras e eleitores; PMDB recua


PT E PSB têm mais prefeituras e eleitores; PMDB recua
No balanço final da eleição de 2012, o PT e o PSB foram os partidos que mais ampliaram o número de prefeituras conquistadas e o contingente de eleitores a governar em relação a 2008. O PSD, em sua primeira disputa, obteve um lugar entre os maiores partidos, mas terá pouca influência nas cidades grandes.
O PMDB encolheu tanto em número de prefeituras quanto de eleitores. O PSDB elegeu menos prefeitos, mas praticamente manteve sua fatia do eleitorado. E o DEM manteve sua tendência de definhamento.
Principal vencedor da eleição, o PT conquistou prefeituras que, somadas, concentram 20% do eleitorado. Em 2008, as cidades petistas abrigavam 17% dos eleitores do País. Sem o triunfo em São Paulo, o partido teria até recuado no quesito eleitorado governado - sozinha, a capital paulista abriga pouco mais de 6% dos brasileiros com direito a voto.
Primeiros colocados no ranking do eleitorado, os petistas ficaram em terceiro no número de prefeitos eleitos, com 635. O fato revela que o PT ainda tem dificuldades para conquistar as pequenas cidades, seara na qual o PMDB é a legenda mais forte.
O PT elegeu quatro prefeitos de capitais neste ano, menos do que em 2008 (seis) e 2004 (nove), mas ampliou seu espaço no conjunto dos 83 municípios com mais de 200 mil eleitores, o chamado clube do 2.º turno. Nesse grupo, os petistas vão governar 30% do eleitorado - porcentual acima de sua média nacional.
Não se pode dizer que o PMDB teve um resultado ruim nesta eleição - afinal, manteve o primeiro lugar no ranking dos prefeitos eleitos, com 1.025, e só ficou atrás do PT no do eleitorado a governar (17%). Mas o partido se saiu pior do que há quatro anos.
O principal recuo dos peemedebistas ocorreu no clube do 2.º turno. Em 2008, no grupo das cidades com mais de 200 mil eleitores, a legenda venceu em municípios que abrigavam 26% do eleitorado nacional. Agora, sua participação vai cair para 14%.
Destaque no 1.º turno, com a conquista de duas capitais de grande peso político - Belo Horizonte e Recife -, o PSB chega ao final da disputa com saldo positivo sob todos os aspectos, principalmente no número de eleitores a governar.
O partido presidido pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos - já citado como possível candidato a presidente em 2014 -, deve governar cerca de 11% do eleitorado a partir da posse dos novos prefeitos, em 2013. É um salto em relação ao porcentual obtido em 2008: 6%. Em número de prefeitos, o PSB avançou de 310 para 440.
Em termos comparativos, o DEM terá neste ano o pior desempenho de sua história. Vai eleger prefeitos que comandarão 5% do eleitorado, menos da metade que obteve há quatro anos. Mas 2008 foi um ano atípico para o DEM - o partido conquistou na época a capital paulista, com a reeleição de Gilberto Kassab.
O mesmo Kassab desestruturou as bases municipais do DEM ao criar o PSD, no ano passado, e atrair centenas de políticos de seu antigo partido. A nova legenda elegeu 278 prefeitos e governará 6% do eleitorado. No grupo das 83 maiores cidades, porém, sua influência será menor: governará apenas 3% dos eleitores. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

TCE-SE: História poderá se repetir


TCE: História poderá se repetir
Novela será repetida
O estado de Sergipe poderá “ver de novo”, uma novela, assistida pelo seu povo, com desdobramentos no país inteiro quando o grupo político liderado pelos irmãos Amorim – é bom lembrar, com o aval do governador Marcelo Déda – teve a oportunidade de patrocinar a indicação pela Assembleia legislativa, do então conselheiro Flávio Conceição, a uma vaga para a corte fiscalizadora, o TCE/SE.
Algum tempo depois da sua posse, o Brasil assistiu a operação policial realizada com autorização da Polícia Federal, chamada de “Navalha”, as prisões do filho do ex-governador João Alves Filho, do conselheiro Flávio Conceição, além da alta cúpula da Gautama, construtora mão de todo o esquema.
Escutas telefônicas - Após as prisões, os sergipanos passaram a ter acesso às escutas telefônicas, via TV Atalaia, ocorridas entre os envolvidos e os beneficiados. E nelas, apareceram as preferências por vinhos, doces e acertos vitoriosos.Com a aposentadoria de Flávio, abriu uma nova vaga. Fora escolhido o advogado e ex-secretário, Clóvis Barbosa. Candidatura única. Depois foi escolhido o ex-deputado e então presidente da assembleia, Ulices Andrade. Nesta eleição houve uma tentativa por parte da deputada Susana Azevedo, em disputar, quando não encontrou um clima favorável, já que havia sido flagrada nas escutas telefônicas.
Esquecimento - Passados alguns anos e, acreditando no esquecimento dos acontecimentos por parte das entidades como a CUT, SINDAT, com o aval mais uma vez dos Amorim, Eis que surge a candidatura da deputada Susana Azevedo concorrendo com Belivaldo Chagas. Quis o destino contemplar esta suposta disputa, entre duas crias políticas do senador Valadares. O blog sugere aos leitores voltarem ao tempo e, ler “Cristian Góes” em 07/04/2009, quando escreveu: ”O TCE merece Suzana?” Em:http://www.infonet.com.br/josecristiangoes/ler.asp?id=84362&titulo=Cristian_Goes
Processo de escolha  -  Chama a atenção de todos a forma oportunística e casuística com que as Constituições Federal e Estadual e o respectivo Regimento Interno da AL estão sendo desrespeitados.
O fato mais eloquente disso tudo diz respeito à sessão (Secreta) em que a deputada Suzana Azevedo foi sabatinada, sem que sequer os outros deputados que não fazem parte da comissão avaliadora tivessem sido comunicados do ato; a imprensa então... nem se fala! E mais: nesse dia sequer ouve sessão parlamentar regular.
Por outro lado, querem agora dar ao Secretário de Estado da Educação tratamento diverso, numa clara demonstração do uso desequilibrado de medidas que, em tese, deveriam possuir o mesmo valor jurídico.
A continuar desse modo, a escolha do novo conselheiro está fadada à invalidação por parte da justiça, tamanho os descalabros que estão sendo perpetrados contra a ordem constitucional e legal em vigor, sem que a presidência daquele Poder chame para si a responsabilidade que lhe é própria, e mais do que isso, que o faça com absoluta demonstração de equilíbrio e imparcialidade, tal qual deve ser o comportamento padrão de um magistrado.
Além do interessado na disputa, Belivaldo Chagas, todo episódio está sendo acompanhado de perto por segmentos organizados da sociedade sergipana, como a OAB/SE, SINDAT e a CUT, por exemplo.
Noutras palavras, o novo conselheiro já pode chegar à Corte de Contas sub judice, o que ocasiona incertezas jurídicas, contribuindo para chafurdar ainda mais a sua já combalida imagem.
Quem tem medo das eleições municipais?
A pergunta que não quer calar: Quem tem medo das eleições municipais e deseja antecipar a toque de caixa e repique de sino a escolha do novo conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe? Será que o resultado das eleições pode mudar o quadro na Assembleia? Será que tem gente que não confia no “seu taco” e nos seus “eleitores?”